No inicio era o vinho. Numa garrafa elegante e fresca, o vinho. Uma promessa fechada, uma promessa alargada do tamanho do horizonte que se vê da varanda,
No inicio era o vinho. Branco, fresco. Juntámos-lhe cuscus de legumes e atum e continuamos a olhar o horizonte expectantes.
O vinho, branco, fresco. A cada músculo que relaxa, a cada ideia que nos passa na mente, o vinho.
Branco, leve e fácil de beber como é de viver uma noite de verão.
Não é Do Tejo. É de Alter.
Achava que Terras de Alter era um blend e agarrei num monocasta. Verdelho, fresco e fácil.
Já gostava de Terras de Alter, fiquei a gostar ainda mais.
Porque no inicio é o vinho...e o vinho quando bebido num bom inicio pode ser tudo o que a nossa mente quiser...junte-se a música certa!
P.S. Terras de Alter é um vinho do Alto Alentejo. Branco, tinto e Rosé de fácil acesso abaixo dos 4€ na grande distribuição.

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